sábado, 12 de agosto de 2017

Alciene tem obra estudada em evento

UFMS realiza Simpósio sobre Escrita Feminina
Curso de Letras do CPAN e CRE-3 fazem parceria para a atividade

Alciene Ribeiro, uma das autoras no foco do evento.              .
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 Organizado pelo Grupo de Pesquisa Literatura e Vida, GPLV, e pela Coordenadoria Regional de Educação de Corumbá, CRE-3, com o objetivo de traçar uma visão de como a voz feminina é representada em poemas, romances, contos, novelas e crônicas de autoria feminina, o Curso de Letras do Câmpus do Pantanal da UFMS realiza, nos dias 5, 6 e 7 de outubro, o Simpósio A Escrita Feminina, que se constitui como Seminário Intermediário do GPLV. O evento contempla discussões sobre autoras brasileiras e de outras nacionalidades, contemporâneas ou não, que abordem os seguintes eixos temáticos: as relações entre gênero, alteridade e poder; a literatura infantil ou a literatura juvenil e relações de gênero; as representações do feminino em narrativas curtas; a enunciação feminina e a identidade feminina; a  violência e o corpo feminino; a  BNCC e a escrita feminina; a literatura de autoria feminina e a representação do feminino em narrativas curtas; a enunciação feminina; as representações do feminino na literatura latino-americana de autoria feminina.
A Carga Horária Total da Ação é de 24 horas: serão seis turnos de atividades na quinta-feira (5/10), tarde e noite; na sexta (6/10) com atividades pela manhã, à tarde e à noite; e no sábado (7/10) com um único turno, pela manhã; cada um desses turnos desenvolverá quatro horas de atividades.
Os coordenadores deste Seminário de Pesquisa do GPLV: Simpósio A Escrita Feminina são os professores Rauer Ribeiro Rodrigues, docente da UFMS e Líder do GPLV, Pedro Rodrigues de Miranda, da CRE-3, e Luciene Lemos de Campos, também da CRE-3. As equipes de apoio serão formadas por alunos das duas habilitações em Letras do CPAN, por membros do GPLV e por membros da CRE-3.
O evento oferecerá palestras sobre o tema por especialistas convidados, sessões de comunicação para estudos em andamento por graduandos, pós-graduandos, egressos e acadêmicos, e oficinas de estratégias em sala de aula sobre os eixos temáticos propostos.
O Simpósio está aberto para a participação dos professores das redes de ensino de Corumbá e Ladário, para egressos dos cursos de Letras e de outras habilitações, para pós-graduandos e acadêmicos em geral.
Imersos na clave da escrita feminina, pretende-se discutir literatura, educação, feminismo, gênero, teoria literária, história, empoderamento etc. Considera-se que, embora o termo “escrita feminina” seja passível de questionamentos teóricos, o estudo da literatura escrita por mulheres, assim como outros recortes possíveis, possibilita a análise e interpretação de grupos que normalmente não compõem o cânone literário, ampliando o registro das possibilidades linguísticas e de representação literária em confronto com o cânone tradicional, de modo a enriquecê-lo, ampliá-lo ou eventualmente o reconfigurá-lo, pelo contraste, por contiguidade ou por nuances observadas.
Além do aspecto historiográfico, intrínseco ao campo literário ou de âmbito geral, o estudo da literatura escrita por mulheres implica em ampliar as vozes sociais que dialogam na polis hoje interconectada. Similares a essa, muitas têm sido e não é de hoje as iniciativas nas grandes universidades brasileiras ou nos centros universitários dos países europeus ou da América do Norte. Em nossa região, tais estudos não têm tradição, embora já tenham ocorrido encontros esporádicos. Esses encontros, todavia, pouco se voltaram para a área da literatura, circunscrevendo-se à história e à educação. Tal carência, tal falta e tal lacuna, por si sós, justificariam a iniciativa. E ela vem ancorada por fatos recentes, no âmbito acadêmico do CPAN e de outros campi da UFMS, que a embasam e lhe dão princípio de solidez e de continuidade: temos já diversos TCCs das habilitações em Letras do CPAN com estudos sobre obras de autoria feminina; temos no Câmpus de Três Lagoas, no âmbito do GPLV, estudos de mestrado e de doutorado sobre escritoras brasileiras; e o GPLV criou seu Laboratório de Acervos Literários, tendo como primeiro material o acervo da escritora mineira Alciene Ribeiro (veja em < http://gpalcieneribeiro.blogspot.com.br/ >).
Acrescente-se que, também na graduação do CPAN, tem havido incremento na leitura de produções femininas. De tal modo que o evento se mostra necessário por não ter precursores e por se inserir em um esforço que ora se desenvolve na pós-graduação e na graduação na UFMS. Por fim, o evento constitui sequência dos seminários organizados pelo GPLV, estando vinculado à dinâmica de estudos e de eventos do Grupo. A equipe organizadora conta, além dos professores Rauer e Luciene, com a Profa. Eunice Prudenciano de Souza (GPLV); a Mestranda Érica Oliveira Gonçalves (Profletras UEMS CG); a Mestranda Nathalia Soares Fontes (Educação CPAN / UFMS); a Mestranda Natália Tano Portela (Letras CPTL/UFMS); e o Prof. Drndo Pedro Rodrigues Miranda (CRE-3 / SED-MS). Participam ainda da equipe organizadora outros integrantes do GPLV, tais como a mestre Juliana Claudia Teixeira Borges Gomes Amorim e os doutorandos Maisa Barbosa da Silva Cordeiro, Ronaldo Vinagre Franjotti e Marcos Rogério Heck Dorneles, além de professores formadores da CRE-3.
Falando sobre as motivações pessoais para propor o evento, a Profa Luciene comentou: "Muitas pesquisas realizadas no âmbito da Crítica Feminista, desde os anos 1980 no Brasil, apontam para a reescritura de trajetórias, imagens e desejos femininos. A noção de representação, nesse sentido, se afasta de sua concepção hegemônica, para significar o ato de conferir representatividade à diversidade de percepções sociais, mais especificamente, de identidades femininas antipatriarcais. Esperamos que as palestras, as comunicações e as demais atividades evidenciem isso".
Eis o calendário das atividades:
                
Dia:
Atividade:
Local:
CPAN, Unidade 1
29/8/2017 a
4/9/2017
Inscrições. Também poderão ser feitas pela internet, em: <http://seminariogplv.blogspot.com.br/ >.
Das 9h às 12h e das 18h às 20h.
Sala H-217
ou
Sala H-219
5/10/2017
15h-18h
Exposição e avaliação de painéis.
Saguão do Térreo do Bloco H
5/10/2017
19h
Abertura do evento:
Palestras com professores convidados.
Anfiteatro Salomão Baruki
6/10/2017
7h-11h10
Minicursos e Oficinas.
Salas do Bloco H
6/10/2017
13h- 17h10
Sessões de Comunicações individuais.
Salas do Bloco H
6/10/2017
18h30-22h40
Mesas-redondas com professores convidados.
Anfiteatro Salomão Baruki
7/10/2017
8h30-12h40
Apresentação e debate de projetos programados.
Salas da Unidade 2 do CPAN


Para mais informações, contactar:

Prof. Rauer Ribeiro Rodrigues – rauer.rauer@gmail.com.

Doutor em Estudos Literários pela UNESP de Araraquara, com pós-doutorado em Literatura Comparada na UERJ; Professor de Literatura Brasileira na UFMS, no Câmpus do Pantanal, em Corumbá, no PROFLETRAS do CPTL/UFMS  e no PPG-Letras Mestrado e Doutorado da UFMS de Três Lagoas; líder do GPLV - Grupo de Pesquisa Literatura e Vida; tem sete livros de ficção publicados.

                       GPLV:        < dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/5157682035403302 >

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sexta-feira, 28 de julho de 2017

Mayara Amaral (1989 - 2017)

"Quem é Mayara Amaral?

Minha irmã caçula, mulher, violonista com mestrado pela UFG e um dissertação incrível sobre mulheres compositoras para violão. Desde ontem Mayara Amaral também é vítima de um crime que parece cada vez mais banal na nossa sociedade: o FEMINICIDIO. Crime de ódio contra as mulheres, contra um gênero considerado frágil e, para alguns, inferior e digno de ter sua vida tirada apenas por ser jovem, talentosa, bonita... por ser mulher.

Em nenhuma matéria na imprensa vi essa palavra – feminicídio – talvez porque seja difícil para uma sociedade ter a consciência de que mais uma vez falhou e uma mulher, uma jovem professora de música de 27 anos, foi outra vítima da barbárie de homens que não podem nem serem considerados humanos. Foram três, três homens contra uma jovem mulher.

Um deles, Luis Alberto Bastos Barbosa, 29 anos, por quem ela estava cegamente apaixonada, atraiu-a para um motel, levando consigo um martelo na mochila. Lá, ele encontrou um de seus comparsas.
Em uma das matérias que noticiaram, o crime os suspeitos dizem que mantiveram relações sexuais com minha irmã com o consentimento dela. Para que o martelo então, se era consentido?

Estranhamente, nenhuma das matérias aparece a palavra ESTUPRO, apesar de todas as evidências.
Às vezes tenho a sensação de que setores da imprensa estão tomando como verdade a palavra desses assassinos. O tratamento que dão ao caso me indigna profundamente.

Quando escrevem que Mayara era a "mulher achada carbonizada" que foi ensaiar com a banda, ela está em uma foto como uma menina. Quando a suspeita envolvia "namorado" hiper-sexualizam a imagem dela. Quando a notícia fala que a cena do crime é um motel, minha irmã aparece vulnerável, molhada na praia.

Quando falam da inspiração de Mayara, associam-na com a história do pai e avô e a foto muda: é ela com o violão, porém com sua face cortada. Esse tipo de tratamento não representa quem minha irmã foi. Isso é desumanização. Por favor, tenham cuidado, colegas jornalistas.
Para nossa tristeza, grande parte das notícias dão bastante voz aos assassinos e fazem coro à falsa ideia de que os acusados só queriam roubar um carro. Um carro que foi vendido por mil reais. Mil reais. Um Gol quadrado, ano 1992. Se eles quisessem só roubá-la, não precisariam atraí-la para um motel.

Um dos assassinos, Luís, de família rica, vai tentar se livrar de uma condenação alegando privação momentânea dos sentidos por conta de uso de drogas. Não bastando matar a minha irmã, da forma que fizeram, agora querem destruir sua reputação. Eis a versão do monstro: minha irmã consentiu em ser violada por eles, elas decidiram roubá-la, ela reagiu fisicamente e eles, sob o efeito de drogas, golpearam-na com o martelo – e ela morreu por acidente. Pela memória da minha irmã, e pela de outras mulheres que passaram por esta mesma violência, não propaguem essa mentira! Confio que o Ministério Público não aceitará esta narrativa covarde, e peço a solidariedade e vigilância de todos para que a justiça seja feita.

Na delegacia disseram à minha mãe que uma outra jovem já havia registrado uma denúncia contra Luís por tentativa de abuso sexual... Investiguem! Se essa informação proceder, este é mais um crime pelo qual ele deve responder. E uma prova de como a justiça tem tratado as queixas feitas por nós, mulheres. Se naquela ocasião ele tivesse sido punido exemplarmente, talvez minha irmã não tivesse sofrido este destino.

Foi tudo premeditado: ela foi estuprada por dois desumanos. E em seguida, ela sofreu um homicídio qualificado: por motivos torpes, sem chance de defesa, por meio cruel, em emboscada, contra uma mulher que tinha uma relação afetiva com um dos assassinos. E só então levaram seus poucos pertences. Parem de tentar qualificar o caso como um roubo seguido de morte (latrocínio), como se fosse o roubo a motivação maior dessa barbárie!

O terceiro comparsa – não menos monstruoso – ajudou a levar o corpo da minha irmã para um lugar ermo, e lá atearam fogo nela, como se a brutalidade das marteladas no crânio já não fosse crueldade demais. Minha irmã foi encontrada com o corpo ainda em chamas, apenas de calcinha e uma de suas mãos foi a única parte de seu corpo que sobrou para que meu pai fizesse o reconhecimento no IML. “Parece que ela fazia uma nota com os dedos”, disse meu pai pelo telefone.
A confirmação veio logo depois, com o resultado do exame de DNA. Era ela mesmo e eu gritei um choro sufocado.

Eu vou dedicar o meu luto à memória da minha irmã, e a não permitir que ela seja vilipendiada pela versão imunda de seus algozes. Como tantas outras vítimas de violência, a Mayara merece JUSTIÇA – não que isso vá diminuir nossa dor, mas porque só isso pode ajudar a curar uma sociedade doente, e a proteger outras mulheres do mesmo destino."



Fonte: Pauliane Amaral/Facebook.

domingo, 9 de julho de 2017

Reunião do GPLV será dia 29


Ficam convocados os integrantes do Grupo de Pesquisa Literatura e Vida, GPLV, e convidados os demais interessados, para reunião do GPLV no dia 29 de julho, sábado, no Câmpus 1 da UFMS de Três Lagoas, das 8:30h às 11h30, para discutirem e deliberarem sobre a seguinte pauta: 

1. Informes; 
2. 9º Seminário do GPLV, a ser realizado no Câmpus 1 da UFMS de Três Lagoas nos dias 25, 26 e 27 de outubro de 2017;
3. Seminário Escrita Feminina, a ser realizado no CPAN, em Corumbá, nos dias 5, 6 e 7 de outubro.
4. Debate: Literatura e Ciência nas crônicas de Marcelo R. L. Oliveira.
5. Eventos e publicações no 2º semestre de 2017.


Três Lagoas, 06 de julho de 2017.
Rauer Ribeiro Rodrigues/Líder do GPLV
Eunice Prudenciano de Souza/Co-Líder do GPLV

domingo, 28 de maio de 2017

TCC traz entrevista inédita de Alciene

O Trabalho de Conclusão de Curso, TCC, de Juliana Cláudia Amorim, apresentado em 2016 no Curso de Letras do Câmpus do Pantanal da UFMS, sob orientação do Prof. Dr. Rauer Ribeiro Rodrigues, líder do GPLV – Grupo de Pesquisa Literatura e Vida, traz entrevista inédita com a escritora Alciene Ribeiro. A entrevista foi concedida à acadêmica em março de 2016.
O TCC de Juliana Cláudia Amorim aborda a novela Filho de Pinguço, de 1983, estudando a violência simbólica que cerca as personagens femininas, e tem por título Um suspiro de liberdade: A representação da mulher na novela Filho de Pinguço, de Alciene Ribeiro. As noventa folhas do trabalho dividem-se nos seguintes capítulos: No início, há um choro; A mulher no Brasil; A novela de Alciene Ribeiro; A mulher em Filho de Pinguço; No final há um suspiro.
Conta, ainda, com Anexos e, no Apêndice, a entrevista concedida pela escritora. Na entrevista, Alciene fala de seu processo criativo, da sua trajetória como escritora, afirma que “as mulheres são infelizes e sem liberdade”, fala de seu casamento, e informa que há vinte anos escreve um romance que, no momento, está sendo dividido em dois volumes autônomos.
Para baixar o TCC, clique aqui.
Abaixo, o resumo, o abstract e o resumen do TCC de Juliana Cláudia Amorim.


AMORIM, Juliana Cláudia Teixeira Gomes Borges. Um suspiro de liberdade: A representação da mulher na novela FILHO DE PINGUÇO, de Alciene Ribeiro. Corumbá-MS, 2016. 90 fls. Monografia (TCC, Curso de Letras). UFMS, Campus do Pantanal. Orientador: Prof. Dr. Rauer Ribeiro Rodrigues.

RESUMO
Este trabalho, embasado em pesquisa bibliográfica, versa sobre a temática da mulher na novela Filho de pinguço, de Alciene Ribeiro. Revisitamos a trajetória de algumas mulheres da história feminina no Brasil e descrevemos a obra de Alciene nas nuances em que a mulher é o foco. Analisamos a violência simbólica ― conforme conceito proposto por Pierre Bourdieu ― sofrida pelas personagens femininas, bem como descrevemos a forma em que se dá tal violência. Percebemos que, embora, na novela, se tratem de personagens secundárias, as mulheres retratadas são símbolos da denúncia de um mundo ainda marcado pelo machismo e dominação masculina, patriarcal, que trata a mulher como objeto, a desconsidera como ser pensante e sem direitos reais, ainda que eventualmente os tenha nos códigos jurídicos.
PALAVRAS-CHAVE: Feminismo. Literatura Brasileira. Pierre Bourdieu. Violência simbólica.

ABSTRACT
The paper is based on bibliographical research. It discusses the female theme in the novella Filho de pinguço, by Alciene Ribeiro. We revisit the biography of some women in Brazilian history. We describe Alciene’s text in the nuances in which the woman is the focus. We analyze the symbolical violence – according to the concept proposed by Pierre Bourdieu – endured by female characters in the text. We also describe the way the violence occurs. We notice that, in spite of the fact that the women portrayed in the novella are secondary characters, they symbolize the disclosure of a world marked by sexism and male domination, patriarchal, that treats woman as an object, not considering her a thinking being without real rights, even that occasionally there are in legal code.
KEYWORDS: Brazilian literature. Feminism. Pierre Bourdieu. Symbolical violence.

RESUMEN
Este trabajo, esta basado en la pesquisa bibliografica, es sobre el tema de la mujer en la novela Filho de Pinguço ,de Alciene Ribeiro. La relectura de la carrera de algunas mujeres de la historia feminina en Brasil y describió el trabajo de Alciene los matices que la mujer es el enfoque. Hemos analizado la violencia simbólica - como concepto propuesto por Pierre Bourdieu - sufrida por los personajes femeninos, así como describir la forma en que este tipo de violencia tiene lugar. Nos damos cuenta de que, si bien, en la novela, se ocupa de personajes secundarios, retratados mujeres son símbolos de la queja de un mundo todavía marcada por el machismo y la dominación masculina, patriarcal, es decir a la mujer como un objeto, no tener en cuenta como un pensamiento y no hay derechos reales, aunque posiblemente tenga los códigos legales.

PALABRAS CLAVE: Feminismo. Literatura Brasileña. Pierre Bourdieu. La violencia simbólica.

terça-feira, 23 de maio de 2017

Semana de Letras da UFMS apresenta estudos sobre Alciene

Na Semana de Letras da UFMS haverá
diversos estudos sobre Alciene

Na Semana de Letras do Câmpus do Pantanal da UFMS, em Corumbá, que acontecerá de 5 a 9 de junho, em duas mesas coordenadas, haverá comunicações sobre a obra da escritora Alciene Ribeiro. As mesas serão simultâneas e acontecerão a partir das 20h40 do dia 8 de junho.
Veja, abaixo, a programação das duas mesas, e, abaixo, o link para conferir a programação completa do evento.


     A Arte do Conto, da Novela, do Romance e da Poesia

Coordenador: Lucas Rodrigues Neves (Mestrando PPG-Letras CPTL/UFMS)
[lucas_neves_1988@hotmail.com; 67-9.9989-6249]

a.      Regmar Fátima Yovio de Souza: A nomeação das personagens em dois contos de Alciene Ribeiro
b.      Cibele Fátima do Prado: A arte da novela em Filho de Pinguço, de Alciene Ribeiro
c.       Sindy Ellen de Luca Araújo: Aspectos do romance de formação na obra de Alciene Ribeiro
d.      Heloísa Fernandes de Carvalho: A construção da protagonista no conto “Mais-que-perfeita”, de Alciene Ribeiro
e.       Jéssica da Silva e Mariana da Silva Santos: O espaço urbano de Corumbá recriado na poesia de Manoel de Barros
f.        Lucas Rodrigues Neves: A nomeação das personagens no conto “Espetáculo de fé”, de Luiz Vilela


  A Literatura, o Ensino e a História

Coordenadora: Luciene Lemos de Campos (Mestre em Estudos Fronteiriços/CPAN)
[lucienelemos10@yahoo.com.br; 67-9.9226-3669]

a.      Queli Cristina Ribeiro: Contos de Luiz Vilela em sala de aula – uma lagartixa nas asas de uma andorinha
b.      Letícia Alvarez Mendes: Características de uma narrativa de formação feminina em O mágico de olho verde, de Alciene Ribeiro
c.       Giselly Dias Mariano: Educadoras: pioneiras da Escola Nova
d.      Nathalia Soares Fontes: A literatura como prática emancipatória
e.       Fabiano Quadros Rückert: Representações da pobreza na literatura brasileira: um campo de estudos
f.        Luciene Lemos de Campos: A Literatura no Ensino Fundamental


terça-feira, 2 de maio de 2017

Reproduzimos publicações raras de Alciene

Alciene Maria Ribeiro Leite de Oliveira, cujo nome literário é Alciene Ribeiro, e assim republicaremos toda a sua obra, publicou livros como Alciene Ribeiro Leite e Alciene Maria. 

Reproduzimos, aqui, alguns de seus livros, e também reproduzimos alguns contos dispersos, de difícil localização, mantendo o nome original por ela utilizado nessas publicações.

Abaixo, cabeçalho que abre o conto de Alciene publicado na antologia Histórias Mineiras, lançada, em 1984, pela Editora Ática. O conto está disponível na aba E-Livros.